Acções da Agenda 21 de Mindelo

Como culminar da fase de estudo, reflexão e participação pública, são apresentadas as acções consideradas prioritárias para melhorar a qualidade de vida em Mindelo e promover um futuro mais sustentável. Foram oficialmente aprovadas em 2005 e têm como horizonte de implementação 2010.

mais informações sobre o Plano de Acção e Monitorização

 

| água | ordenamento | biodiversidade | resíduos | sensibilização |

 

Com o objectivo de garantir a operacionalidade, cada acção dispõe de uma definição detalhada, através dos seguintes aspectos:

Descrição – apresenta-se um breve enquadramento da acção;

Prioridade – refere o prazo temporal para desenvolver a acção - alta, média e baixa;

Agentes a envolver – refere os potenciais agentes a envolver em cada uma das acções permitindo a sua validação e assegurando a sua operacionalização;

Medidas de actuação - refere o principal impulso do processo da Agenda 21 Local em Mindelo e na operacionalização da respectiva acção. Representam os passos concretos a dar para a concretização da acção;

Obstáculos – alertar para eventuais entraves à operacionalização da acção, tendo como objectivo minimizar o seu impacte à priori;

Tipo de custos – refere a tipologia de custos necessários, não quantificados, para a operacionalização de cada acção;

Indicadores de monitorização – são os indicadores a incluir no plano de monitorização e que permitem avaliar o desempenho de cada acção, e consequentemente do plano de acção.

 

Sendo este um plano ao nível de uma freguesia, procurou-se identificar acções enquadradas em diferentes sectores de responsabilidade, com o objectivo de facilitar a sua operacionalização. São considerados os seguintes sectores:

Câmara Municipal de Vila do Conde (CMVC): quando as acções dependem da intervenção da CMVC para a sua operacionalização, sendo fundamental o seu envolvimento;

Junta de Freguesia de Mindelo (JFM): quando as acções podem ser operacionalizadas pela JFM;

Empresas: quando as acções devem envolver iniciativas do sector empresarial responsabilizando-o pela operacionalização da acção;

Grupos/associações e população em geral: quando as acções envolvem a  responsabilização e intervenção da população em geral, sendo importante o apoio por parte das associações locais.

Algumas acções podem depender da intervenção de mais de um sector. De referir ainda a necessidade de envolver outras entidades públicas com competências em áreas específicas, nomeadamente a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR) e a Direcção Regional de Agricultura de Entre Douro e Minho (DRAEDM).

 

 

Eixo de Intervenção A – Água: melhorar a gestão dos efluentes

 

 

diagnóstico

 

Acção A.1 – Incentivar o estudo de uma melhor solução para o exutor na praia de Mindelo

A praia de Mindelo apresenta-se como um elemento estruturante, além de ser a característica que mais distingue a freguesia de Mindelo, com potencialidades fortes de atracção. O exutor do sistema de águas pluviais existente na praia de Mindelo é muitas vezes arrancado pelo mar (após sistemáticas obras de reconstrução), ficando no centro da praia a céu aberto. As águas que “desaguam” na praia encontram-se muitas vezes contaminadas com consequências negativas para a qualidade da praia e da água do mar, além de se traduzir numa imagem pouco atractiva aos visitantes. Neste contexto, e face à importância económica/turística da praia de Mindelo, esta situação exige uma solução rápida por parte das entidades competentes.

Prioridade: Alta

Agentes a envolver: CCDR; CMVC

Medidas de actuação: Realização do estudo; Obtenção de fundos; Construção das infra-estruturas

Obstáculos: Falta de recursos financeiros adequados

Tipo de custos: Estudo da solução; Obras de infra-estruturas de saneamento

Indicador de monitorização: Qualidade da água do mar

 

 

Acção A.2 - Reduzir os focos de poluição dos recursos hídricos

Os efluentes (chorumes) das vacarias aplicados em grandes quantidades e sem o tratamento adequado têm como consequência a contaminação dos solos, das águas superficiais e subterrâneas. Constata-se que as águas subterrâneas (poços) são impróprias para consumo. A agro-pecuária é uma actividade importante na freguesia de Mindelo, sendo no entanto necessário torná-la sustentável, minimizando o efeito negativo das vacarias sobre o ambiente e salubridade da população local. Destaca-se ainda a descarga de efluentes directamente para as linhas de água e/ou para os solos, sem qualquer tipo de tratamento, tendo como consequência a contaminação destes.

De salientar que a aplicação de chorumes nos solos é positiva, sendo no entanto necessário assegurar quantidades e técnicas adequadas. Neste contexto, deve haver um esforço de proceder ao encaminhamento correcto dos chorumes e evitar a ocorrência de descargas nas linhas de água, de modo a assegurar, além de uma qualidade do solo e dos recursos hídricos, um melhor enquadramento paisagístico.

Prioridade: Alta

Agentes a envolver: DRAEDM; Instituto Nacional de Intervenção e Garantia Agrícola; CMVC; JFM; Associação dos Jovens Agricultores do Distrito do Porto; AAMDA; Associação de Agricultores de Vila do Conde; Agricultores

Medidas de actuação: Promover o Projecto Vacarias, Ambiente e Qualidade de Vida; Incentivar o envolvimento e o apoio activo dos agricultores na implementação das “boas práticas agrícolas”

Obstáculos: Ameaças face à continuidade da actividade agrícola por parte dos Mindelenses (abandono e consequente falta de interesse na melhoria das instalações)

Tipo de custos: Promover o projecto Vacarias, Ambiente e Qualidade de Vida; Campanhas de sensibilização e informação; Apoio técnico aos agricultores; Infraestruturas de tratamento dos chorumes

Indicadores de monitorização: Qualidade da água dos poços; Qualidade das linhas de água; Número de vacarias que obedecem às “boas práticas agrícolas”

 

 

Eixo de intervenção B – Ordenamento do território e qualidade de vida: aumentar sentimento de pertença

 

 

diagnóstico

 

Acção B.1 – Controlar a expansão urbana

Face a um aumento do solo urbano como resposta à forte pressão urbana que se fez sentir nos últimos anos, tendo como consequência a diminuição das áreas verdes/naturais surge a necessidade de controlar o crescimento disperso. Torna-se, por isso, essencial delimitar as áreas de expansão, de acordo com os aspectos ambientais e sociais, e evitar uma ocupação excessiva no território de Mindelo. Além disso, deve-se privilegiar núcleos de habitação concentrados, reforçando as relações de vizinhança e assegurando condições de segurança passiva. Deve-se ainda evitar bairros exclusivamente de ocupação sazonal. Para a sustentabilidade social é importante assegurar que toda a população tenha acesso a equipamentos/espaços verdes e evitar situações de desequilíbrio social. Deste modo, a distribuição dos equipamentos é extremamente importante, devendo servir toda a população da freguesia permitindo o seu fácil acesso (proximidade e permeabilidade).

Prioridade: Alta

Agentes a envolver: CMVC; JFM; Proprietários de terrenos em Mindelo; População local

Medidas de actuação: Envolver a população no processo de planeamento, nomeadamente na discussão pública da revisão do PDM, criando um grupo de acompanhamento; Divulgar de forma mais ampla todos os processos de consulta pública, e respectivos resultados; Desenvolver uma matriz de critérios ambientais a integrar no licenciamento das obras de construção (painéis solares, vidros duplos, isolamento térmico…); Não permitir em sede de revisão do PDM o aumento da área urbanizável; Elaborar planos de pormenor para áreas específicas; Definir a área de construção nas áreas urbanizáveis; Assegurar a integração dos riscos associados às cheias e à erosão costeira nas áreas de construção (zona de risco delimitada pelo POOC)

Obstáculos: Impacte do Nassica (grande fluxo de pessoas, área de solo impermeabilizada); Mindelo como local de “dormitório” dada a proximidade ao Porto; Pressão do sector imobiliário tendo como consequência a degradação da orla costeira; Falta de informação

Tipo de custos: Material de divulgação e informação de processos de consulta pública (brochura); Afectação de recursos humanos responsáveis pela divulgação

Indicadores de monitorização: Número de licenciamentos com critérios ambientais integrados; Satisfação dos Mindelenses com a comunidade local; Evolução da qualidade de vida; Envolvimento da população local nos processos de participação pública

 

 

Acção B.2 – Criar condições de circulação pedonal e ciclável

Pretende-se estabelecer uma via de circulação pedonal com capacidade suficiente e adaptada às necessidades de deslocação. Deve-se considerar os seguintes critérios:

-          Conforto: mobiliário urbano, iluminação pública, árvores, pavimento permeável, etc;    

-          Segurança: nos cruzamentos com veículos motorizados deve-se assegurar a visibilidade, usando sinalética e utilização de efeito escada na separação do automóvel.

Prioridade: Média

Agentes a envolver: CMVC; JFM; Metro do Porto

Medidas de actuação: Assegurar a existência de passeios ao longo das vias; Criação de uma ciclovia com ligação à paragem do metro (“Mindelo”); Criação de parqueamento para bicicletas na paragem do metro (“Mindelo”) e junto à praia

Tipo de custos: Equipa técnica para desenvolver o projecto de desenho urbano (CMVC); Obras de infraestruturação (construção de passeios, pavimento…); Aquisição de mobiliário urbano e de árvores; Colocação do mobiliário urbano

Indicadores de monitorização: Satisfação dos Mindelenses com a comunidade local; Evolução da qualidade de vida; Número de peões/ciclistas; Modos de transportes utilizados de ligação à paragem do metro (“Mindelo”)

 

 

Acção B.3 – Preparar condições para a segurança dos Mindelenses

A população Mindelense vive situações de insegurança, associadas à ocorrência de assaltos a casas de ocupação sazonal e às próprias pessoas na rua, sofrendo estas por vezes agressões. Esta acção tem como objectivo reduzir a ocorrência de assaltos através da mobilização da população, assumindo esta a responsabilidade de vigiar os bairros, alertando a PSP/GNR de qualquer situação que indicie perigo para a segurança da população. A própria presença de pessoas nas ruas contribui para uma maior segurança passiva.

Prioridade: Alta

Agentes a envolver: Polícia Municipal; PJ/GNR; CMVC; JFM; Associações; População local

Medidas de actuação: Identificar os fenómenos sociais que estão na causa dos crimes; Reforçar o número de GNR´s; Promover acções de divulgação “Como se proteger “por parte da PSP/GNR

Tipo de custos: Edição de folha informativa

Indicadores de monitorização: Satisfação dos Mindelenses com a comunidade local; Evolução da qualidade de vida

 

 

Eixo de intervenção C – Biodiversidade e paisagem rural: reforçar o equilíbrio natural

 

 

diagnóstico

 

Acção C.1 – Consolidar a importância da ROM

A ROM constitui um importante valor ecológico na freguesia de Mindelo e concelho de Vila do Conde. No entanto, a inexistência de uma gestão conduz a uma situação de abandono e consequente degradação e apropriação indevida do espaço (deposição de entulhos, urbanização….). Os espaços verdes são locais de repouso e qualificadores do espaço urbano. Os utentes podem circular livremente sem problemas de ruído e poluição, contribuindo para atenuar situações de stress. Com o objectivo de aproveitar as vantagens da ROM, é importante existir uma gestão eficaz, sendo necessário proceder à sua protecção legal e à monitorização, de modo a promover a sua utilização.

Prioridade: Alta

Agentes a envolver: CMVC; JFM; CCDR; DRAEDM; Universidade do Porto (UP); AAMDA; Associação dos Proprietários da ROM

Medidas de actuação: Apresentação de um pedido formal para a criação de um novo estatuto para a ROM; Estabelecer itinerários e rotas de passeio, com informação didáctica (espécies existentes); Integrar a ROM com outros estudos (Estudo Estrutura Ecológica Fundamental da Área Metropolitana do Porto e Plano Regional de Ordenamento Florestal); Levantamento e monitorização das espécies na ROM; Promover mecanismos de fiscalização, assegurando as responsabilidades legais da UP assumir o encargo de manter um guarda-florestal (conforme regime florestal ainda em vigor – Diário do Governo n.º 204 de 2 de Setembro de 1957)

Obstáculos: Pressão urbanística; Impacte do Nassica (grande fluxo de pessoas, área de solo impermeabilizada, movimentação de terras)

Tipo de custos: Equipa técnica (estudos de monitorização e integração com outros estudos); Preparação de rotas de passeio e organização de passeios; Aquisição de material didáctico

Indicadores de monitorização: Nova classificação ROM

 

 

Acção C2 – Promover a agricultura sustentável

 A actividade rural e a existência de pinhais são outros elementos que distinguem a paisagem de Mindelo, sendo importante a sua preservação. Normalmente, a pressão urbanística exercida sobre o espaço rural tem como consequência a ocupação deste espaço, uma vez que a própria actividade agrícola é cada vez menos importante, sendo visível o seu abandono.Neste contexto, pretende-se evitar a ocupação urbana do espaço rural, sendo necessário em parte, criar alternativas para a sua utilização, as quais devem preservar as características fundamentais e tornar viável a sua existência. De salientar para as áreas com maior aptidão agrícola. As “boas práticas agrárias”, como medida agro-ambiental, devem ser implementadas por parte dos agricultores, assegurando uma agricultura de qualidade, com potencialidades para criar novos produtos (certificados) capazes de atrair os consumidores.

Prioridade: Média

Agentes a envolver: DRAEDM; Instituto Nacional de Intervenção e Garantia Agrícola (INGA); Associação dos Jovens Agricultores do Distrito do Porto; Associações de Agricultura Biológica; Instituto de Desenvolvimento Rural e Hidráulica; Associação de Agricultores de Vila do Conde; Cooperativa Agrícola de Vila do Conde; AAMDA; AGROS; Agricultores; Comerciantes

Medidas de actuação: Assegurar a aplicação das boas práticas agrícolas (medidas agro-ambientais); Promover o desenvolvimento da agricultura biológica; Promover a criação de novos produtos locais e sua certificação; Incentivar a compra dos produtos locais (agricultura sustentável); Incentivar a participação da AGROS na certificação dos produtos e na sua divulgação

Obstáculos: Falta de incentivos à actividade agrícola; Concorrência de produtos (grandes superfícies comerciais) -  impacte do Nassica

Topo de custos: Material de divulgação; Apoio técnico; Incentivos financeiros

Indicadores de monitorização: Número de produtores de agricultura sustentável; Consumo de produtos locais

 

 

Eixo de intervenção D: Resíduos sólidos urbanos: reduzir, reciclar e reutilizar

 

 

diagnóstico

 

Acção D.1 – Assegurar a deposição adequada para todos os resíduos

 Muitas vezes, são visíveis despejos de entulhos em locais menos apropriados. Esta situação obriga à disponibilização de locais adequados para a sua deposição, sendo igualmente necessário a sua divulgação junto da população em geral. Paralelamente, deverão ser criadas as condições para aumentar a reciclagem, tornando-a mais acessível. Algumas habitações não são abrangidas, sobretudo em Mindelo a Nascente.     

Prioridade: Alta

Agentes a envolver: CMVC; JFM; LIPOR; AAMDA; Escolas; População local

Medidas de actuação: Melhorar distribuição dos serviços de recolha (ecopontos); Assegurar a existência de recipientes de recolha de resíduos nas praias e nas matas; Fornecer recipientes para selecção de resíduos; Estudar a hipótese de recolha de resíduos porta a porta; Criar um espaço para recepção e encaminhamento de resíduos de construção (promovendo a sua reutilização); Promover a existência de um sistema de recolha de resíduos das explorações agrícolas

Obstáculos: Falta de informação relativamente à utilização dos ecopontos e à importância da separação de resíduos; Degradação da orla costeira (pressão urbanística); Abandono da ROM e sua degradação (pressão urbanística, eliminação de espécies); Mindelo como local de “dormitório” (proximidade ao Porto e falta de equipamentos)

Tipo de custos: Aquisição de recipientes de recolha (de rua e individuais); Acções de (in) formação; Material de divulgação

Indicadores de monitorização: Taxa de utilização dos ecopontos

 

 

Acção D.2 – Incentivar a compostagem caseira

A compostagem é um processo biológico em que os microrganismos transformam os resíduos orgânicos num composto, que pode ser utilizado como adubo, contribuindo para melhorar a estrutura do solo e reduzir a necessidade de fertilizantes. A compostagem contribui para a diminuição da deposição de resíduos nos contentores, podendo ser dado um destino mais adequado (ex: agricultura). O composto assume-se assim como um importante corrector do solo para a agricultura, sendo de destacar a sua importância na possibilidade de promover uma agricultura biológica. Para isso, torna-se necessário incentivar a população para a utilidade de fazer compostagem e as vantagens para a agricultura.

Prioridade: Alta

Agentes a envolver: AAMDA; Escolas; População local

Medidas de actuação: Implementar a compostagem nas escolas; Apresentar as vantagens e facilidades de efectuar a compostagem caseira em sessões de esclarecimento; Criar parcerias entre agricultores e população com composto; Criar espaços para “compostagem comunitária” nas áreas residenciais de maior produção de resíduos verdes

Tipo de custos: Material de divulgação (brochuras); Aquisição de material (caixas) para a prática da compostagem; Apoio técnico e acções de (in)formação

Indicadores de monitorização: Número de famílias que efectuam a compostagem caseira

 

 

Eixo de intervenção E: Educação e sensibilização ambiental: (in)formar

 

 

diagnóstico

 

Acção E.1 – Desenvolver um manual do cidadão ecológico

Esta acção tem como objectivo dar conhecimento à população local da importância do ambiente, dos problemas existentes e apontar pequenas acções diárias capazes de contribuir para a qualidade de vida, assumindo a população um papel mais activo. Pretende-se estabelecer as bases para um bom comportamento ambiental, possibilitando um bom desempenho dos indicadores do plano de acção e consequente sucesso.

Devem ser considerados os seguintes aspectos: Conservar a orla costeira, a ROM e restantes espaços verdes/naturais; Poupar o consumo de energia e água; Reduzir a produção de resíduos; Aumentar a reciclagem; Promover o uso de energias alternativas; Usar transportes alternativos (bicicleta, transportes públicos).

Prioridade: Alta

Agentes a envolver: JFM; AAMDA; Escolas; Associações locais

Medidas de actuação: Elaborar o manual; Distribuir o manual de educação para toda a população

Tipo de custos: Acções de (in)formação; Equipa técnica para elaborar e coordenar o manual; Edição do manual do cidadão ecológico

Indicadores de monitorização: Número de participantes em acções de formação/sensibilização

 

 

Acção E.2 – Estabelecer um prémio anual para a família mais sustentável

Esta acção tem como objectivo promover e incentivar a prática de acções sustentáveis, premiando a família que apresente um desempenho ambiental positivo de práticas quotidianas durante um ano, desde poupança de energia, de água, redução de produção de resíduos, etc. 

Prioridade: Baixa

Agentes a envolver: JFM; AAMDA; População local

Medidas de actuação: Expor todos os trabalhos apresentados pelas famílias concorrentes em local público

Tipo de custos: Brochura de divulgação; Prémio para a família vencedora

Indicadores de monitorização: Número de participantes para a “família mais sustentável”

 

 

Acção E.3 – Acção “Agenda 21 Local”

Esta acção pretende manter a Agenda 21 Local activa e dinâmica, promovendo periodicamente uma acção de divulgação/sensibilização ambiental de modo a incentivar a participação de todos os Mindelenses. As acções a desenvolver devem ter como objectivo a preservação do espaço natural mantendo as suas características, alertar para problemas ambientais, sessões de divulgação e de formação. Propõe-se como primeira acção o cálculo da pegada ecológica dos Mindelenses.

Prioridade: Baixa

Agentes a envolver: JFM; AAMDA; Escolas; Associações locais; Escuteiros; População local

Tipo de custos: Edição de folha de divulgação; A definir consoante acção

Indicadores de monitorização: Número de participantes na “Acção Agenda 21 Local”

 

Plano de Monitorização